segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Um “onze” com alterações, mas a mesma confiança de sempre. Quique Flores apresta-se para promover várias entradas no “onze”, ante o Penafiel (este domingo, às 20h30, na estreia na presente edição da Taça de Portugal), mas garante que espera uma grande resposta da parte de jogadores que nem sempre têm sido opção. «Quando treino uma equipa penso que todos os elementos têm capacidades para estar no plantel. Seria decepcionante treinar jogadores nos quais não tivesse confiança. Montarei a equipa com a mesma ilusão que teria se estivesse a defrontar o Sporting ou o Nápoles», garantiu o técnico espanhol.Quando os jogadores ganham pontos«Haverá alterações porque entendo que é um jogo muito importante para os jogadores que ainda não actuaram na Liga», sublinhou, não sem antes abordar três casos individuais: «Léo e Balboa? Todos temos a mesma ilusão de os vermos a fazer uma boa partida. Makukula? É uma possibilidade». Já Reyes e Suazo, apesar de «convocados», não é certo que joguem. Por outro lado, alguns dos elementos mais utilizados e que vieram das selecções, poderão ficar de fora, garantia de Quique. E quanto à baliza? Sem falar em nomes, garantiu «mudanças» neste jogo. Mas a mensagem mais importante foi dada logo depois: «Para mim, um jogador que não compete e que surge da melhor forma em determinado jogo, ganha pontos».Ainda assim, apesar das alterações, Quique não esquece o grau de dificuldade da partida: «Sei da importância que esta competição tem em Portugal, sei das romarias, da beleza dos jogos da final e seria interessante estarmos na final, embora sem pressões e devagar. Tenho noção que estas competições estão cheias de surpresas desagradáveis. Há que preparar bem o jogo, não subestimar o adversário e tentar fazer as coisas bem. Queremos que este jogo seja uma festa e que os adeptos que venham à Luz passem um bom bocado», referiu.Uma Liga ao nível das melhoresPor último, numa alusão à sua experiência em Portugal, Quique não escondeu o contentamento: «O campeonato português era desconhecido para mim e ainda tenho muito a aprender. Estou encantado com os adeptos, com o trato do Clube e espero que os resultados sejam bons, pois é para isso que trabalho».Tempo ainda para o técnico revelar que, em entrevista ao jornal espanhol ‘As’, colocou a liga portuguesa «num patamar idêntico ao das outras grandes ligas europeias». «Há bons jogadores e treinadores também nas equipas mais pequenas e torna-se muito difícil vencer cada jogo. Quanto à Selecção? É muito boa e tem um excelente treinador. Por vezes é difícil o caminho entre organização e talento mas penso que Portugal vai voltar ao seu melhor».


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